Deixe-Me Entrar, de Matt Reeves

Despindo e vestindo por várias vezes seus personagens principais da inocência infantil, o roteiro de ‘Deixe-Me Entrar’ deixa de lado toda aquela manjada vida de vampiro para tratar de outros assuntos mais interessantes. A relação criada entre as duas crianças é de invejar outros roteiros que possuem a mesma intenção. Muito disso se deve também à dupla mais que eficiente Chloe Moretz e Kodi Smit-McPhee.

Há de se pontuar ainda o respeito pela obra original por parte de Matt Reeves. Esse é o maior acerto do diretor, mas também é seu maior erro. Se por um lado ele mantém muito da obra original, o que vai deixar muitos fãs do filme sueco satisfeitos, por outro dá pouca identidade ao filme e faz pouquíssimo na adaptação do roteiro. Talvez esse seja o meio que achou de agradar a todos. Dificilmente não conseguirá, diga-se de passagem.

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2 Comentários on “Deixe-Me Entrar, de Matt Reeves”

  1. Lucas Nascimento disse:

    Gostei muito do filme, mas realmente segue bem de perto os passos do original – mesmo que apresente seu próprio visual e narrativa.

    Achei seu blog muito bom cara, visite o meu também e se quiser podemos fazer uma parceria (com o nome do blog amigo na lateral).

    Abrax

  2. Pois eu discordo. Não sou fã n.º 1 da obra original, mas a considero muito boa. Não há nada que justifique a existência desta versão americana e o fato de ser a atualização de uma obra tão recente só piora o seu quadro. Paul Haggis fez o mesmo em “72 Horas” e se deu mal.


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