Os Vampiros Que Se Mordam, de Jason Friedberg e Aaron Seltzer

A dupla Jason Friedberg e Aaron Seltzer possuem uma marca registrada na comédia e meio que criaram uma subdivisão no gênero, a qual arrasta inúmeros jovens para o cinema. Eles são as mentes por trás de bizarrices como ‘Super-Heróis – A Liga da Injustiça’, ‘Deu A Louca em Hollywood’, ‘Espartalhões’, além de também estarem envolvidos em toda a franquia ‘Todo Mundo Em Pânico’. É uma espécie de “longa-parasita”, que só se torna possível através de outros longas que fizeram sucesso. Dessa vez, a vítima foi a saga ‘Crepúsculo’.

Incluindo várias referências, como a ‘True Blood’ e ‘Buffy – A Caça-Vampiros’, ‘Os Vampiros Que Se Mordam’ pode até agradar os “twilight haters”, mas como um filme é mais uma óbvia obra mal feita e de mau gosto. A intenção da dupla de diretores/roteiristas não é fazer um bom filme, assim como em toda a sua filmografia, e isso fica muito claro quando vemos cenas de alto teor de vergonha alheia como o baile bizarríssimo que acontece na seqüência final. Mais um exemplo de que Cinema não é só arte. É também entretenimento barato.

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4 Comentários on “Os Vampiros Que Se Mordam, de Jason Friedberg e Aaron Seltzer”

  1. João Paulo disse:

    Esse filme é extremamente ruim … só esboçei um sorriso amarelo o filme inteiro …
    Porém constrangedor é a cena do vampirinho lá no rio de janeiro … ali prova que quanto mais tosco para eles melhor …

    Mas também a franquia original não é algo tão pior quanto a filmografia desses dois elementos e que o vampiro da paródia consegue ser melhor do que o original …

    É algo que o cinema tem que explicar para mim …
    Abraços!

  2. Péssimo filme, só assisti por que estava em casa sem fazer nada. Nunca gastaria meu precioso dinheiro para ver um filme como esse. Totalmente dispensável.
    Abraços.

  3. Achei esse filme totalmente sem graça. E olha que não é difícil parodiar “Crepúsculo”, uma piada por si só. Entretanto, relevando a filmografia dos cineastas, aqui ao menos há alguma coisa boa: a presença da atriz Jenn Proske, boa como a protagonista.

  4. Absolutamente ridículo esse filme. Não me conformo em ter criado alguma expectativa com o trailer, já que eu adoraria ver a igualmente estúpida franquia CREPÚSCULO tendo suas fragilidades narrativas expostas numa paródia. Com um grupo de cineastas como esse é que não terei esse prazer, já que não conseguiram criar UMA sequer piada bem pensada ou engraçada. Um horror.


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