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Minhas Mães e Meu Pai, de Lisa Cholodenko

Eis que surge mais um título da onda de filmes independentes: ‘Minhas Mães e Meu Pai’, que não só conta com um elenco muito bom, como também traz um roteiro que acerta tanto nas cenas cômicas, quanto nas dramáticas. Diferente do que o péssimo título original sugere, o centro da estória é o casal Jules e Nic. Julianne Moore é motivo suficiente para qualquer título se tornar obrigatório para um cinéfilo que se preze e ela vem mais uma vez ótima em sua personagem, mas aqui é Annette Bening o maior destaque, magnífica como a médica Nic.

De fato falta um pouco de coragem da diretora/roteirista Lisa Cholodenko na segunda metade do longa. A falta de um conflito mais intenso tira o filme de uma cotação máxima. Porém, Cholodenko merece elogios pela obra como um todo, por tratar o assunto de uma maneira sensível que torna tudo ali bastante crível e interessante, não deixando que a atenção do público se perca por um segundo sequer. Moderno desde a premissa, é um filme que definitivamente merece todo o apreço que vem recebendo da crítica.


Harry Potter e As Relíquias da Morte: Parte I, de David Yates

Não é de hoje que ‘Harry Potter’ se destaca entre as franquias cinematográficas voltadas ao público infanto-juvenil. Mesmo que depois de ‘O Prisioneiro de Azkaban’ a qualidade tenha caído, esta continuou sendo uma das poucas franquias que conseguem agradar além do público-alvo, até pela sua produção técnica impecável e um elenco de apoio bastante eficiente, o que se repete e vem até melhor em ‘As Relíquias da Morte: Parte I’. Apesar de seu início lento, prejudicando na longa duração da sessão, o filme se desenvolve de uma maneira bastante agradável. É bom ver que depois de fitas medianas, como foram ‘O Cálice de Fogo’, ‘A Ordem da Fênix’ e ‘O Enigma do Príncipe’, a saga tenha voltado tão bem para sua reta final.

Assim como em ‘O Enigma do Príncipe’, o diretor David Yates entendeu a mensagem de que Hogwarts era coisa do passado e trouxe mais uma vez o tom sombrio que a situação exigia, exibindo um aspecto visual melhor do que qualquer outro já visto na franquia ‘Harry Potter’ e finalmente amadurecendo seu enredo. Após ter dirigido os dois piores filmes da saga, Yates está de parabéns, mesmo que tenha deixado a desejar com suas câmeras exageradamente trêmulas nas cenas de ação, e gera altas expectativas sobre seu próximo trabalho, o qual encerrará definitivamente a estória do jovem bruxo na tela grande.


Top 10: Vencedores do Oscar nos anos ’00

Inspirado no post do Hollywoodiano, essa lista mostrará, por ordem de minha preferência, os 10 vencedores das edições do Oscar de 2001 a 2010. Poucos foram os títulos que realmente mereciam o prêmio, de fato, mas ainda podemos ver alguns títulos excelentes na lista. Confira:

 

10. "Chicago", de Rob Marshall

 

09. "Guerra Ao Terror", de Kathryn Bigelow

 

08. "Gladiador", de Ridley Scott

 

07. "Crash - No Limite", de Paul Haggis

 

06. "O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei", de Peter Jackson

 

05. "Menina de Ouro", de Clint Eastwood

 

04. "Os Infiltrados", de Martin Scorsese

 

03. "Quem Quer Ser Um Milionário?", de Danny Boyle

 

02. "Uma Mente Brilhante", de Ron Howard

 

01. "Onde Os Fracos Não Têm Vez", de Ethan e Joel Coen


Muita Calma Nessa Hora, de Felipe Joffily

A intenção óbvia do longa é levar o público jovem ao cinema. É para eles que o filme é direcionado, cheio de música, azaração, cores, praia e etc. O legal é ver que conseguiram reunir nesse vasto elenco um grupo grande de comediantes de diversos locais do Brasil, colocando-os em situações onde arrancam gargalhadas facilmente. E aí está o maior acerto do filme. Só erra quando começa a se levar a sério.

Apesar de não ser nenhuma grande obra cinematográfica, ‘Muita Calma Nessa Hora’ funciona muito bem como diversão. O tom cômico não cai no nível de vergonha alheia a que os “blockbusters brasileiros” acostumaram o público e isso se deve em grande parte ao elenco mesmo. Não há nenhuma performance de destaque, há personagens de destaque, mas os atores e atrizes ali presentes fazem seu papel de modo que a sessão seja gostosa de assistir.


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fonte: Galvão Daily